Mostrando postagens com marcador despedida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador despedida. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de outubro de 2010

Amor em despedida


Num dia comum, simples e sem perspectiva de surpresas, esbarramos numa vontade recíproca de descobertas. E descobri como ficar na pontinha do pé enquanto beijo na boca, faz com que eu me sinta como uma adolescente daquelas comédias românticas americanas. E feliz! Nós vivemos dias lindos submersos em risos frouxos e desejo de continuidade. Tinha vontade de sentir seu cheiro ao meio-dia, às 17hs e sempre, sempre das 20hs até o sol ter que nascer. E nossas noites longas e melódicas, ao som de Nando Reis, faziam de suas palavras belas poesias. E naquele segundo eu te amava, amava loucamente, como se jamais pudesse amar alguém assim. Não é porque nosso relacionamento meio casual sem data de início nem término - porque não havia acordos entre nós - era meio indefinido que ele se fazia menos sólido.

domingo, 12 de setembro de 2010

Se eu for embora agora


Pra ouvir: Se eu for embora agora

Se eu jurar te esquecer, promete que se zanga? Aumenta o tom de voz, se altera e me diz que sou louca de desistir de nós dois. Me aperta pelos braços e me sacode como quem quer me fazer pegar no tranco, mas, por favor, não me diz que aguentaria.
Há vidas atrás eu tento recuperar teu gosto puro de entrega apaixonada. Há vidas inteiras eu tento te mostrar que o amor é sim capaz de trazer alegrias. Mas seus argumentos hostís de quem não sabe se confia na voz que vem do próprio peito tem feito meu coração suar.
Não preciso explicar porque naquele dia eu te tirei de casa só pra ver de novo como seu sorriso fica lindo no meio da madrugada quando o sono tá querendo te abraçar. Nem dizer o que dentro de mim me fez te tirar bêbado daquela festa pra te deixar em casa sob segurança e te cuidar até adormecer.